Como saber se a sua landing page está tecnicamente perfeita

Saiba quais são os elementos que garantem uma abordagem precisa tanto em termos técnicos quanto psicológicos na sua landing page e aprenda a fazer uma landing page com alto potencial de conversão

MASTERY STACK

Contentus Clava

9/1/20266 min ler

Como saber se a sua landing page está tecnicamente perfeita
Como saber se a sua landing page está tecnicamente perfeita

Independentemente do que você vende, do ponto de vista estratégico, sabemos que o importante é converter. Produtos e serviços com alta demanda são capazes de gerar resultados mesmo quando a página de vendas não está otimizada ou sequer adequada. Entretanto, isso não explora o máximo do potencial da sua oferta.

Aí é que entra o problema. Mesmo quando você vende bem, se não conta com uma landing page eficiente, a tendência é que perca dinheiro porque ela poderia estar performando muito melhor e fazendo o seu negócio crescer muito mais.

Esse é o diferencial de profissionais de copywriting de alto nível: eles são capazes de construir páginas precisas o bastante para não deixar dúvidas de que estão no caminho certo e é isso que os torna requisitados por grandes empresas.

Na prática, além de evitar erros básicos de gramática, profissionais de alta performance são capazes de integrar aspectos técnicos, psicológicos e de experiência do usuário.

O que é tecnicamente necessário em uma landing page?

Quando falamos da parte técnica, estamos nos referindo a tudo que interfere na performance de uma landing page. São elementos que, se forem ignorados, fazem com que a sua mensagem seja descartada antes mesmo de ser lida pelo usuário.

Nesse sentido, tecnicamente é preciso observar:

  • velocidade de carregamento;

  • responsividade;

  • rastreamento de conversões;

  • acessibilidade;

  • estabilidade visual;

  • elementos básicos de SEO técnico.

E o SEO da landing page? Precisa fazer?

Aqui vale uma observação. Quando a sua landing page serve também para aquisição orgânica, alguns aspectos devem sim ser considerados em termos de SEO. São eles:

  • indexação;

  • title;

  • headings.

  • links internos;

  • relevância do conteúdo para os algoritmos;

  • dados estruturados quando aplicável e;

  • desempenho.

O que acontece é que nem toda landing page precisa ser posicionada de maneira orgânica. Vale lembrar que quando ela é criada com foco em tráfego de Google Ads, Meta Ads ou e-mail, por exemplo, sua prioridade naturalmente é a conversão. Já no caso da landing page com foco orgânico é preciso considerar a conversão, mas também a indexação.

Feita a observação, a ideia é que, garantindo conformidade técnica, você tenha como se concentrar no conteúdo para que, caso ele não converta, o problema possa ser investigado e resolvido com soluções como os testes A/B, por exemplo.

Para saber mais sobre otimização de landing pages, confira: "CRO para Landing Pages: o método científico para transformar visitantes em clientes".

O que precisa ser pensado ao escrever uma landing page?

Uma vez resolvida a parte técnica, você tem como começar a escrever. E é aqui que a sua mensagem precisa de uma profundidade que só será possível se você for capaz de entender a “cabeça” do seu cliente.

Psicologicamente, verifique se o conteúdo é capaz de mover as seguintes peças:

  • chamar a atenção;

  • gerar interesse;

  • despertar desejo;

  • levar à ação.

Perceba que esse é o framework AIDA, um modelo clássico de persuasão.

Na prática: um bom copywriter precisa ser capaz de compreender onde o cliente está para movimentá-lo dentro de uma estrutura persuasiva. E isso não acontece por acaso. Depende de boa leitura comportamental e, claro, boa base técnica.

Torne os seus textos mais fáceis de ler. Confira: "Escaneabilidade: porque o texto da sua Landing Page pode funcionar melhor".

Quando a landing page tende a converter?

É bom lembrar que os melhores resultados costumam aparecer quando a landing page é direta em relação à solução de um problema, eliminando distrações.

Por isso, o ideal é considerar uma série de elementos:

  • chamar a atenção para o problema logo no título;

  • trabalhar com um design limpo e sem distrações;

  • entregar uma proposta de valor clara;

  • ser preciso no CTA;

  • oferecer um carregamento rápido;

  • usar formulários curtos;

  • trabalhar com prova social;

  • otimizar para celular.

A linha de raciocínio é simples: uma landing page nada mais é do que uma zona de conversão, logo, todo elemento deve justificar sua presença em função do objetivo da página.

Garantindo essa viabilidade, tanto técnica quanto psicológica, é possível entregar uma landing page otimizada do ponto de vista profissional. E é isso que permite a você aumentar a sua taxa de conversão.

Aprenda a potencializar os títulos das suas landing pages: "Crie a headline perfeita: aprenda a transformar dados em títulos que convertem".

Como avaliar o desempenho de uma landing page?

O ideal é que a conversão final não seja seu único critério. É importante que antes disso você consiga compreender como os visitantes se comportam ao longo da página.

Microconversões podem ser:

  • um clique no CTA;

  • o início do preenchimento de um formulário;

  • a visualização de uma seção importante;

  • o início do checkou;

  • entre outros.

Repare que todas essas são ações que não representam uma venda necessariamente, mas que são úteis para ajudar você a entender se há avanço ou não do usuário na direção da sua oferta.

Faz sentido, não acha? Ferramentas de análise como mapas de calor, por exemplo, e mesmo mapas de rolagem e gravações de sessão também permitem a identificação desses comportamentos. Com elas você pode ter a certeza de quais elementos recebem maior atenção, onde os usuários costumam chegar e em quais pontos eles estão abandonando a sua página.

O que estamos sugerindo aqui é ir além de descobrir se a landing page converte ou não: é procurar entender como esse público está interagindo com ela. Caso exista um grande número de pessoas chegando até o CTA, mas sem clicar, é provável que exista um problema com a oferta, a mensagem ou a chamada para ação. Caso muita gente inicie o formulário, mas poucos concluam, talvez haja fricção no processo.

Fato é que esses dados ajudam a formular hipóteses a serem validadas nos testes A/B. Assim, a otimização deixa de depender de opiniões e segue um processo baseado em comportamento e evidências.

E aqui entra um diferencial técnico que separa profissionais especializados de amadores: somente depois dessa análise é que faz sentido observar a taxa de conversão final e compará-la com as referências do mercado. O motivo é que uma taxa baixa indica que existe um problema, mas são as microconversões e os dados comportamentais que podem ajudar te a descobrir onde ele está.

E os números? Que dados devem ser considerados?

Vamos aos números. No geral, o mercado trabalha com taxas de conversão que variam entre 1,5% e 3,5%, conforme apontamos em nosso artigo sobre mídia programática. Entretanto, a realidade prática da Contentus Clava oferece resultados mais otimistas. Isso porque na nossa operação, trabalhamos com uma média saudável que varia entre 2% e 5%.

De qualquer modo, faz sentido observar o nicho em que você atua e as estratégias de otimização utilizadas. No varejo tradicional, por exemplo, onde há muita concorrência, a taxa média varia de 0,7% a 2%. Enquanto isso, em alguns segmentos específicos e para determinados tipos de conversão, taxas acima de 30% podem aparecer.

Em resumo, fique atento ao seu segmento de mercado para, em função dele saber se está na média ou não.

Confira esses dados e de outros nichos: relatório "Conversion Benchmark Report da Unbounce".

Como criar uma landing page tecnicamente perfeita?

Observe se há market fit (adequação ao mercado) entre o seu produto ou serviço e o cliente. Esse conceito é muito importante porque ele permite a você saber se vale a pena realmente investir em uma estratégia de vendas ou se ainda há necessidade de ajustes na oferta e no posicionamento.

Uma maneira de observar o market fit de uma solução é investigando a respeito dos indicadores de satisfação e retenção. Sean Ellis, por exemplo, cita a regra dos 40%, na qual essa é a porcentagem mínima entre os usuários atuais de uma solução que precisam dizer que ficariam muito desapontados caso não pudessem mais usar aquele produto ou serviço. Alcançar esse índice significa que você tem uma oferta que realmente é útil para o seu consumidor.

Mesmo sinais práticos do dia a dia podem ser úteis nesse sentido. Avalie se há reclamações e se o uso é frequente. O churn, que é a taxa de cancelamento do produto, varia de acordo com o mercado, portanto, idealmente, deve permanecer próximo ou abaixo da média do setor.

Entendendo que há market fit, procure alinhar performance e estrutura semântica adequadamente, observando tanto a parte técnica quanto a psicológica da sua estrutura.

Sugestão de leitura: "Quando e como atualizar as landing pages e o site da sua empresa".

O que a Contentus Clava faz para otimizar sua landing page?

Trabalhamos com uma metodologia própria, na qual tanto o aspecto técnico quanto o psicológico são prioridades. No Mastery Stack, o que oferecemos é uma página de vendas capaz de persuadir não só porque empilha motivos para gerar a conversão, mas também porque considera as peculiaridades do mercado brasileiro em termos de objeções.

Na prática, o que fazemos é entender o mercado, saber exatamente quais são as dores e os desejos dos clientes e, em função disso, entregar um argumento persuasivo de alto nível, capaz de remover todas as barreiras que atrapalham a conversão.

Como resultado, entregamos soluções profissionais que já impactaram centenas de clientes de pequeno, médio e grande porte, gerando não só um maior número de vendas, mas também credibilidade nos mais diferentes nichos.

Se é isso que você procura para a sua empresa, conheça o Mastery Stack e faça dele o diferencial das suas ofertas online.

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